segunda-feira, 16 de agosto de 2010

CONHEÇA OS CURSOS 24 HORAS

Os cursos 24 horas vem se destacando no cenário nacional da educação a distancia, diante da constante procura por alunos e pessoas interessadas, de todas as idades.

Falar do Curso 24 Horas, é falar do que há de melhor em termos de comprovada formação profissional para quem não pode ou não tem tempo de ir a sala de aula.

O Curso 24 Horas vai até você, não importa a distancia, sua casa se transforma em uma sala de aula... Estudo e ensino a distância é coisa de primeiro mundo...

Visite o site: http://www.cursos24horas.com.br/

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

CANDIDATOS FAZEM DEBATE NA TV SEM CONFRONTOS

Os candidatos à Presidência da República: José Serra (PSDB), Dilma Rousseff (PT), Marina Silva (PV) e Plínio Arruda Sampaio (PSOL), fizeram o primeiro debate na TV mediado pelo Jornalista Ricardo Boechat da Rede Bandeirante, o encontro teve início as 22h:15m e durou pouco mais de 2 horas.

O primeiro a falar foi o candidato do PSOL, Plínio Arruda Sampaio que fez um pequeno protesto afirmando que a mídia teria esquecido os candidatos nanicos. Segundo o candidato, o PSOL atacaria os três problemas - segurança, educação ou saúde - ao mesmo tempo com coragem e determinação.

O tucano José Serra teve mais disposição para criticar a sua principal adversária, a petista Dilma Rousseff, mas na maior parte do tempo, o clima foi morno, com poucos enfrentamentos. No primeiro bloco, todos os candidatos responderam qual problema atacarão primeiro se eleitos: segurança, educação ou saúde.

Marina Silva foi a segunda a falar. Para a candidata, saúde é um dos primeiros problemas a serem enfrentados. "A saúde não pode esperar nenhum momento". Silva falou dos brasileiros que sofrem em filas para serem atendidos e lembrou que já viveu este problema no Acre.

José Serra comparou a importância dessas questões a órgãos do corpo humano. "Saúde e segurança tem a ver com a vida, educação com o futuro". Serra disse que, se eleito, o governo federal vai combater o crime de forma abrangente, vai "acelerar" a saúde no Brasil criando centros de especialidades e vai criar o ProTec, um ProUni de nível técnico.

A última a falar, Dilma Rousseff, disse que é papel do governo atacar simultaneamente os "três pilares da política pública do Brasil". Se eleita, a candidata quer melhorar a qualidade de ensino dando ênfase ao problema do professor e vai complementar o SUS (Sistema Único de Saúde).

Em seguida os candidatos fizeram perguntas entre si. Serra pediu mais explicações sobre os projetos de governo da candidata do PT. Marina perguntou sobre a experiência de Serra enquanto oposição e situação, e lembrou que nenhum dos dois grandes partidos que se revezaram no poder nos últimos 16 anos conseguiram esquecer as divergências.

Plínio perguntou para Dilma sobre desmatamento e redução da jornada de trabalho. E Dilma questionou como Serra, se eleito, pretende manter a criação de empregos como fez o governo Lula, alegando que durante os 8 anos do governo FHC o número de empregos não foi equivalente ao do governo atual.

O candidato do PSDB pediu que a petista não pensasse em governar olhando para o retrovisor e lembrou que a situação econômica do país é diferente hoje da época do governo FHC.

Durante o debate, por várias vezes, os candidatos estouraram o tempo e os microfones foram abaixados.

Candidatos perguntam para candidatos

No segundo e terceiro blocos, os candidatos fizeram perguntas uns aos outros. Marina questionou Plínio como acabar com a pobreza. O candidato do PSOL disse que quer distribuir a renda de forma "radical", diferente do que fizeram PT e PSDB, que segundo ele, concentraram renda.

Dilma pediu que Serra comentasse dois programas do governo Lula: o da indústria naval e o 'Luz para Todos'. Serra não fez objeções e disse que o país também precisa ter indústria de peças para navios, e não só importar. Quanto ao 'Luz para Todos', Serra considerou o programa positivo. "Se eu chegar lá, vou inclusive acelerá-lo", completou.

Mais disposto a 'bater' em Dilma, Serra questionou a diminuição do número de mutirões na área da saúde. Dilma respondeu que esta não deve ser uma política de saúde do governo, e disse que o governo não acabou com os mutirões, mas os descentralizou.

Plínio Arruda Sampaio perguntou a Dilma sobre seus gastos como 'mãe do PAC'. Dilma disse que o governo Lula fez a mais profunda reforma agrária do país.

Jornalistas fizeram perguntam para candidatos

No quarto bloco, os jornalistas Joelmir Beting e José Paulo de Andrade fizeram perguntas aos candidatos. A altíssima carga tributária e os juros brasileiros, um dos mais altos do mundo, foram questões levantadas a Dilma. Para a petista, os juros vão cair e o Brasil soube como sair da crise financeira global.

Serra foi perguntado sobre as privatizações do governo FHC. Ele citou petistas que já elogiaram as privatizações do governo anterior, mas complementou dizendo que quer reforçar a estatização de empresas que já são do governo, como os Correios. Dilma questionou os contratos de privatização durante a presidência do PSDB.

Marina foi perguntada sobre qual política ambiental planeja priorizar: aquecimento global ou saneamento básico. A candidata do PV respondeu que "tudo faz parte de uma mesma equação" e completou que a defesa da natureza é uma "luta generosa" porque integra toda a sociedade, já que todos precisam do meio ambiente, da mesma forma.

O candidato do PSOL respondeu porque é contra a usina de Belo Monte. Para ele, a obra tem um preço exorbitante e a transposição do rio São Francisco servirá ao agronegócio. Na opinião dele, o Nordeste já tem água suficiente.

Considerações finais

Serra disse que estava feliz, apesar de não ter sorrido muito durante o debate. "Concorrer à Presidência me emociona, já que vim de uma família modesta". O tucano fez uma rápida síntese da sua vida e disse que vai abrir oportunidades para os brasileiros.

Dilma agradeceu aos candidatos, falou de sua experiência durante o governo Lula e conquistas. "As mulheres deste país estão preparadas para serem presidentes da República e o Brasil está preparado para elas".

Marina Silva disse que espera que nestas eleições os candidatos possam "sem negar as conquistas alcançadas até agora, assumir que ainda há muito por fazer". E finalizou com um poema.

Plínio de Arruda Sampaio, que protestou diversas vezes durante o debate dizendo estar sendo discriminado, disse que queria expressar a vontade política do brasileiro, que também é discriminado: "Vamos arrebentar este muro que nos divide".



Quem se saiu melhor no debate? Quem tem competência de governar o Brasil? Dê a sua opinião, faça o seu comentário...

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

FILHO DE “FERNANDINHO BEIRA-MAR” É PRESO COM DROGAS

O filho do maior traficante da Paraíba Luiz Fernando da Costa, o “Fernandinho Beira-Mar”, Luan Medeiros da Costa, 22 anos, preso em abril do ano passado, na praia do Bessa, em João Pessoa, com 200 gramas de maconha em companhia da namorada e de um tio, foi preso novamente no Terminal Rodoviário de Campina Grande com 4 quilos de cocaína.

A prisão só foi possível, mediante denuncia de um informante a Polícia federal de Campina Grande, que em uma ação conjunto com as polícias Rodoviária Federal e Militar, conseguiu efetuar as prisões ainda de mais três pessoas que não tiveram os seus nomes revelados para não atrapalhar as investigações.
A PF informou ter recebido uma ligação informando que a droga seria embarcada em um ônibus na rodoviária. O informante forneceu o modelo e a placa do carro que chegaria com a cocaína, um buggy verde, além da descrição dos envolvidos no tráfico.

Policiais fizeram uma campana no terminal e seguiram o ônibus da empresa Guanabara com destino a João Pessoa. Apoiado por policiais rodoviários e militares, eles conseguiram interceptar o veículo na BR 230, altura do posto da PRF em Santa Terezinha, constataram o responsável pelo transporte da droga e efetuaram a prisão.

Após realizar a prisão da “mula”, a equipe fez diligências em Campina Grande no sentido de localizar outros envolvidos, até que localizaram as outras duas pessoas em uma lanchonete às margens do Açude Novo, com o veículo usado para transportar a droga até a rodoviária.

Todos os envolvidos foram encaminhados para a Delegacia de Polícia Federal da cidade de Campina Grande, onde foram interrogados, autuados por tráfico de drogas e encaminhados para a Casa de Detenção Monte Santa.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

PRESO MATA ESPOSA DURANTE A VISITA

Foi assassinada por esganamento dentro do Presídio Provisório Professor Raimundo Nonato, na Zona Norte de Natal, no Estado do Rio Grande do Norte, Samille Laine Lima, 22 anos, pelo marido presidiário João Paulo Fassanaro, 24 anos, dentro da cela no horário de visita.


Ao ver a vítima caída no chão, algumas mulheres que estava no local, avisaram aos policiais que acionaram  o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas ao chegar ao local constataram que a mulher ja estava sem vida.

A perícia do ITEP - Instituto Técnico e Cîentífio de Polícia compareceu ao local para efetuar o levantamento cadavérico e transladar o corpo de Samille Laine para necropsia pelos médicos legistas de plantão, onde foi examinada e posteriormente liberada aos familiares para o sepultamento.

Informações tão conta de que Samille foi morta por motivos de ciumes provocados por comentários de que estava traindo o marido. Insatisfeito o presidiário João Paulo aproveitou o horário da visita para matar a esposa.

 O coordenador do sistema penitenciário do Rio Grande do Norte, capitão José Deques Alves, disse que durante as visitas sociais, as celas ficam abertas e os presos podem circular, livremente, pelo pátio e refeitório do local.

Segundo o diretor do presídio, Túlio Melo, a vítima tinha levado o filho de 3 anos para a visita, mas a criança não presenciou o homicídio. João Paulo cumpria pena em regime fechado por assalto. Agora foi autuado em flagrante por homicídio e deverá ir a juri popular.


O secretário estadual de Justiça e Cidadania, Leonardo Arruda, informou que o sistema faz uma divisão dos visitantes, separando as visitas íntimas que acontecem nas quartas-feiras. Ainda há uma série de critérios para autorizar essa visitas. O preso deve ser casado ou ter uma união estável com sua companheira.

De Natal, Fabiola Borges


Opine e faça o seu comentário: o que poderia ser feito? Para que, crime como esse, não volte a acontecer?

CAUSAS DE DIVERGÊNCIAS ENTRE AS RELIGIÕES ?

O Brasil não tem uma religião oficial. Assim, os brasileiros tem a liberdade de escolher a religião que desejar e que mais se identifica consigo mesmo. Portanto, uma causa para um constante atrito entre os religiosos mais fervorosos de todas as denominações.

Nós vemos um seguidor de uma religião profanar que sua religião é a única e certa, a única religião que segue os preceitos bíblicos. Afirmou categoricamente que, aquele que não segui-la está perdido, e que não será salvo. Recentemente, um amigo meu (religioso) me disse que a minha alma estava perdida, simplesmente porque não sigo a religião dele.

O Espírito Santo de Deus afirma que pais contra filhos e todo tipo de desagregação familiar seria a marca dos últimos dias. Falam muito de problemas e incoerências da igreja, como se os tais não tivessem a história de suas crenças ainda mais manchada de sangue.

 A religião tem colaborado para combater as violência soicias até hoje colaborando em muito com a estrutura social sob o ponto de vista do conceito de justiça de Jesus.
Outro ponto importante é a interpretação da Bíblia. Os teologos têm interpretações tão divergentes sobre as sagradas escrituras que nos deixam atônitos. Será que cada um interpreta de acordo com sua própria conveniência? Ou da igreja à qual defende?

Gostaria de receber opiniões e comentários sobre o assunto.

POR QUE MATAM TANTAS MULHERES NO BRASIL ?

Especialista em crimes contra a mulher, a promotora de Justiça Luiza Eluf diz que os juízes têm de mandar prender agressores para evitar mortes anunciadas, como a de Eliza Samudio

Uma mulher é assassinada a cada duas horas no Brasil, segundo o Mapa da Violência 2010, estudo feito pelo Instituto Sangari com base nos dados do Sistema Único de Saúde. A maioria é vítima de ex-namorados, maridos, companheiros. “Enquanto o machismo não acabar, as mulheres continuarão morrendo”, diz a promotora de Justiça Luiza Nagib Eluf, especialista em crimes contra a mulher e homicídios passionais.



Com cinco livros publicados, entre eles o best seller “A Paixão no Banco dos Réus”, no qual analisa os principais crimes passionais que ocorreram no País, Luiza diz que as leis atuais são boas, mas há ineficiência da polícia e do Judiciário quando a mulher denuncia a agressão ao poder público. “Só a prisão do agressor pode salvar a vida da mulher inocente”, diz ela, há 31 anos no Ministério Público, quase todos na vara criminal.

Eliza Samudio deu queixa contra Bruno à polícia, as agressões dele foram comprovadas e mesmo assim, tudo indica, ela morreu numa emboscada dele porque o Estado não a protegeu.

Nós temos leis boas, como a lei Maria da Penha, a Constituição, que proíbe a discriminação contra as mulheres. Temos uma lei que determina a criação dos juizados especiais de violência doméstica. Mas a prática da Justiça e da polícia está ruim.

Os advogados e o Ministério Público estão cumprindo bem o seu papel. Falta a polícia se convencer de que precisa ser mais rápida nas questões ligadas à proteção da mulher e falta ação do Judiciário, que por vezes fica numa posição de lavar as mãos para ver o que vai acontecer. A lei permite que se prenda o sujeito que ameaça a vida da mulher. Mas os juízes não mandam prender.

A Eliza filmou depoimento na frente da delegacia dizendo que deu queixa, precisava de proteção e não conseguiu. A cabeleireira Maria Islaine de Moraes, de Belo Horizonte, foi oito vezes à delegacia, recebeu medida protetiva decretada pelo juiz – o ex-marido não poderia se aproximar dela – e foi assassinada por ele em janeiro.

Adianta decretar a medida e não fiscalizar o cumprimento dela? É piada. Ninguém protegeu a moça. Ela colocou câmeras no salão para comprovar as ameaças e o assassinato dela foi filmado. O sujeito invadiu o salão sem dificuldade e deu seis tiros nela. A medida protetiva não pode ser de brincadeira, o juiz tem que designar um policial para garantir o cumprimento dela.

Mulheres que se relacionaram com Bruno contam que ele e os amigos as surravam em festas e orgias. O que explica esse tipo de comportamento?

Para eles as mulheres que estão na fatia decaída da sociedade são lixo. Eles, que tanto as procuram, têm ódio e desprezo por elas. Vamos continuar dividindo a sociedade entre as mulheres honestas e as decaídas? Essa divisão prejudica todas as mulheres, tem de acabar. Como? Trazendo as prostitutas para o lado bom da sociedade. É preciso enfrentar e dignificar a prostituição, porque ela não vai acabar.

Os requintes de crueldade são cada vez piores. No caso de Eliza, aparentemente praticou-se violência de gênero, mas os métodos de execução do homicídio foram os do narcotráfico, de matar aos pouquinhos, mediante tortura. Analisei um caso do interior de São Paulo em que os ladrões roubaram o carro de um senhor e o amarraram em uma árvore num local ermo. Ele fez as necessidades fisiológicas ali e foi comido por abelhas, formigas e outros bichos. Ele estava vivo enquanto era comido, isso foi constatado pelo laudo pericial.

Corre em Santa Catarina um inquérito policial que investiga o estupro de uma menina de 13 anos por dois adolescentes de 14, um filho de um empresário importante e outro de um delegado. Como explicar isso?

É o machismo, a cultura do desrespeito à mulher. É o ponto extremo que leva ao estupro, à violência.

Neste caso, o delegado Nivaldo Rodrigues, diretor da polícia civil de Florianópolis, admite que houve o ato, mas diz não poder falar se foi na marra. Com violência, não existe vontade, com 13 ou 80 anos. E a nossa lei penal estabelece que relação sexual com menor de 14 anos é um crime chamado estupro de vulnerável. O delegado não tem de fazer ponderações sobre se ela quis ou não quis, é estupro.

Segundo o Mapa da Violência 2010, uma mulher é assassinada a cada duas horas no Brasil, na maioria das vezes por parentes.

O espaço público é perigoso para os homens, que são 90% das pessoas assassinadas na rua. Mas o espaço doméstico é perigosíssimo para a mulher. Ela é atacada em casa. É vítima do marido, do pai, do irmão, do padrasto. São os homens que vivem em volta dela que batem, espancam, estupram e matam. O espantoso é que não são tomadas medidas imediatas para evitar mortes anunciadas, como a da Eliza.

Medida podem ser tomadas pelo Poder Judiciário precisa se convencer do perigo real que é a violência doméstica. São os juízes que decidem sobre a prisão ou não do potencial agressor e há um certo constrangimento de expedir mandados de prisão. São tantos os exemplos que terminaram em morte que, diante de uma queixa, é preciso mandar prender o agressor imediatamente. Temos de ter claro quem é agressor e quem é vítima, pois nossa sociedade confunde os papéis.

Não venha dizer que o (jornalista) Pimenta Neves, coitadinho, enlouqueceu com aquele amor pela (jornalista, assassinada por ele em 2000) Sandra Gomide. Ele que pague por sua loucura. Também tivemos o caso da jovem Eloá Pimentel em 2008. Esperaram cinco dias o rapaz (Lindemberg Alves) matar a moça. E quiseram culpar a família dela dizendo que não deveriam ter permitido que ela, aos 12 anos, começasse a namorar. Quem tem culpa é o Lindemberg, que se achava dono dela.

Não é uma questão econômica, é cultural. É um padrão de comportamento. Em todas as classes sociais os homens batem nas mulheres. O Pimenta não sabia que não podia matar a Sandra Gomide? Ele fez isso porque passava fome quando era pequeno ou porque apanhou dos pais? Não, fez isso porque é machista. O Lindemberg é de uma classe social mais baixa e matou a Eloá pelo mesmo motivo: ambos achavam que eram donos delas.

Tudo isso acontece porque não veem o Estado funcionar. Homicida passional não se incomoda nem de deixar os próprios filhos na orfandade. No Brasil, matam-se mulheres feito moscas.

Por que se mata tantas mulheres no Brasil ?

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MICROSOFT COMEÇA A VENDER O OFFICE 2010

Já encontra-se disponível para venda o pacote Office 2010, da Microsoft, com três versões: a Home and Student, para uso doméstico; a Home and Business, para pequenas e médias empresas; e a Professional, para criação de material de marketing.

O Office 2010 permite acesso direto ao Office Web Apps, sua versão online para Word, PowerPoint, Excel e OneNote, com edição de arquivos em qualquer lugar. Outras novidades do Office 2010 são o aumento de recursos de colaboração em arquivos e a geração de documentos com “maior impacto” na apresentação.

O preços variam de R$ 199 a R$ 1.399 de uma versão para outra.
Segundo a Microsoft, o Office 2010 começa a ser vendido hoje em mais de 5 mil pontos de venda em todo o Brasil.